Por unhum

No circuito da Bienal B: 21 de outrubro  a 13 de novembro 2009

Exposição no Atelier Plano B

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Convite Exposição Empilháveis


Nessa página, você tem uma perspectiva geral do nosso projeto, veja todas as fotos e saiba mais clicando sobre as imagens ou nas páginas dos integrantes.

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Ana Ledur

Giana Kumer

Ingrid Schirmer

Kátia Costa

Luci Sgorla

Roberta Agostini

Tereza Mello

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trabalho Ana

Ana Ledur: “Balcões – Fragmentos Reinventados“, foto – montagens, 2004. A artista remete o olhar aos balcões que foram a marca de austeridade e romantismo nos casarios da cidade, partindo da captura fotográfica de fragmentos arquitetônicos e utilizando recortes e montagens das imagens, foi proposta uma nova fachada.

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Giana Kumer: "Cartas"brinca de “montar cartas”, equilibrando pequenas telas, com pinturas em acrílico.

Giana: “Cartas”, 20 telas, com tamanho de 15cm x 15cm cada uma. A artista brinca de “montar cartas”, equilibrando pequenas telas, com pinturas em acrílico, onde representa suas lembranças de forma delicada e com colorido presente.

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Ingrid:Instalação “Gárgula” (2003 – 2009) Criada a partir da série de mesmo nome, iniciada em 2003, gerou diversas variações e desdobramentos. o trabalho propicia intersecções entre imagem, objetos, desenho, pintura e fotografia. Os pregos “saem” do bidimensional para o tridimensional, empilhando-se no chão.

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Kátia Costa

Kátia Costa: Instalação: “Pilhas”, 10 caixas espelhadas, com 7cm x 8cm x 8cm cada, e fotografias, 2009.  Com cubos e imagens de pilhas de coisas pequenas, de pequenos objetos, e utilizando a macro fotografia, produz  imagens para serem colocadas, uma de cada, dentro de cada caixa.

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LUCI SGORLA forma pilhas de jornais, em “Descartáveis”, onde letras e palavras escolhidas são vazadas nelas, fazendo alusão a idéia de que certos fatos tornam-se notícias impactantes num determinado momento, mas num tempo seguinte, tudo pode ser facilmente esquecido para dar lugar a outra notícia, a outros conhecimentos.

Luci Sgorla: Instalação “Descartados”, quatro pilhas de jornais, com a altura  que variam de 30cm a 60cm x 29cm de largura e 38cm de profundidade, dispostas em  um espaço de 1 metro quadrado. A artista forma pilhas de jornais, em “Descartáveis”, onde letras e palavras escolhidas são vazadas nelas, fazendo alusão a idéia de que certos fatos tornam-se notícias impactantes num determinado momento, mas num tempo seguinte, tudo pode ser facilmente esquecido para dar lugar a outra notícia, a outros conhecimentos.

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De séculos em séculos empilhamos copos

Roberta Agostini:“De séculos em séculos empilhamos copos”, desenhos feitos com nanquim, grafite, sanguínea, lápis de cor sobre papéis em diferentes dimensões, construindo uma composição aproximadamente 1m x 1m, sem uniformidade e colocados sobre suporte MDF. O conjunto será fixado na parede. O trabalho resgata a memória e a história, de um elemento que sempre nos acompanhou e está mais do que presente em nossas vidas.

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TEREZA MELLO, em “Relicário”, composto de objetos e imagens, trabalha com a técnica de fotografia artesanal e mescla técnicas contemporâneas.

Tereza Mello:“Relicário”, duas ampliações fotográficas 20cm x 30cm cada e dois objetos 20cm x 15cm cada, sob redoma presos na parede. A obra é composto de objetos e imagens, trabalha com a técnica de fotografia artesanal e mescla técnicas contemporâneas. Fala das coisas que guarda, daqueles objetos que utiliza no seu dia-a-dia ou dos que apenas estão guardados, sempre empilhados, para recordação, trazendo as questões da memória.

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EXPOSIÇÃO EMPILHÁVEIS


A partir da idéia de empilhar objetos, definimos uma linha condutora, que permeia todos os trabalhos: “Empilháveis”. Levando-se em consideração não apenas o simples empilhar dos trabalhos, mas sim conduzir a produção das obras, de maneira que conversassem com o conceito literal de sobrepor coisas, pôr objetos dispostos uns sobre os outros, acumular ou amontoar, definindo, assim, a forma estética dentro da produção individual. Além de levar-se também em consideração, a quantidade de integrantes do coletivo – oito integrantes – em função do Espaço Expositivo do Atelier de Arte Plano B, gerando a racionalização desse espaço de convivência e criação, e fazendo alusão aos nossos dia-a-dia, onde nos deparamos com o contínuo aproveitamento dos espaços, organizações de coisas nos espaços, onde as formações verticais são uma constante, contamos com a criatividade e imaginação cumulativa, com as idéias sobrepostas entre todos e de cada um, na produção dos trabalhos de:

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ANA LEDUR, em “Balcões – Fragmentos Reinventados” remete o olhar aos balcões que foram a marca de austeridade e romantismo nos casarios da cidade. Hoje em desuso estes elementos da fachada servem como marco de um tempo passado, em cujos prédios, dos quais estes fazem parte, abrigavam famílias tradicionais da sociedade porto-alegrense. Partindo da captura fotográfica destes fragmentos arquitetônicos e utilizando recortes e montagens das imagens, foi proposta uma nova fachada, onde balcões de diferentes casarios se sobrepõe, de forma a caracterizar um novo visual no espaço urbano.

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GIANA KUMMER, em “Cartas”, remete nossa imaginação às lembranças que temos dos nossos brinquedos da infância, onde pintar, jogar, brincar, empilhar são a temática dessas pinturas, que nos encaminham a um mundo de sonhos, permitindo uma fácil assimilação e familiarização dessa temática tão envolvente. Para realizar a proposta, brinca de “montar cartas”, equilibrando pequenas telas, com pinturas em acrílico, onde representa suas lembranças de forma delicada e com colorido presente, formando uma possibilidade em um jogo que pode ser modificado.

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INGRID NOAL SCHIRMER apresenta a instalação “Gárgula”, surgida através da série de mesmo nome (2003-2009), o trabalho propicia intersecções entre imagem, objetos, desenho, pintura e fotografia. Cria uma cena surreal, em que a imagem ampliada em papel fotográfico é composta de elementos quase divergentes: um perfil agressivo é colocado frente a um trio de cachorrinhos meigos e um tanto cômicos, onde sobre suas cabeças voam pregos, com cãezinhos que parece questionarem-se sobre o motivo de tanta tensão, ao mesmo tempo em que o rosto implacável impõe sua presença. Os pregos “saem” do bidimensional para o tridimensional, empilhando-se dentro de uma xícara. A artista explica: “esse trabalho tem como questão conceitual o questionamento da condição humana, por traz das máscaras sociais, das dores que fazem parte da vida e do crescimento, e sobretudo a energia primordial do ser humano (de força e vigor),  muitas vezes negada ou deturpada em favor de uma sociedade dita como civilizada.”

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KÁTIA COSTA constrói uma formação vertical com cubos, caixas de madeira espelhadas no seu interior, onde brinca com a imagem de pilhas de coisas pequenas, de pequenos objetos, que por vezes não percebemos, no nosso cotidiano. Utilizando a macro fotografia, produz 10 imagens, para serem colocadas, uma de cada, dentro de cada caixa. Formando assim a instalação “Pilhas”, com pilhas de objetos, dos mais variados, onde, dentro dos espalhamentos de cada caixa, formam novas e infinitas pilhas.

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LUCI SGORLA forma pilhas de jornais, em “Descartáveis”, onde letras e palavras escolhidas são vazadas nelas, fazendo alusão a idéia de que certos fatos tornam-se notícias impactantes num determinado momento, mas num tempo seguinte, tudo pode ser facilmente esquecido para dar lugar a outra notícia, a outros conhecimentos. Da mesma forma que a notícia é esquecida, o jornal é descartado e vai formar pilhas no lixo, a espera, de preferência da reciclagem. Nesse trabalho, ela encontra palavras chaves, utilizadas como impacto noticioso nos jornais as utiliza e novamente apresentado ao público.

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ROBERTA AGOSTINI, com a obra “De séculos em séculos empilhamos copos”, resgata a memória e a história, de um elemento que sempre nos acompanhou e está mais do que presente em nossas vidas, sendo nos mais improvisados aos mais luxuosos ambientes. Com base na sua história mitológica, mostrará em seus desenhos com caráter satírico, questionador e, de certa forma conscientizador, atitudes que às vezes parecem engraçadas, mas são destruidoras, e os copos que contém a vida e aqueles que carregam a morte, ou seja, o bem e o mal que esse receptáculo pode conter. Assim como, as situações e atitudes que esse objeto pode nos oferecer e consequêntemente nos levar a fazer.

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TEREZA MELLO, em “Relicário”, fala das coisas que guarda, daqueles objetos que utiliza no seu dia-a-dia ou dos que apenas estão guardados, sempre empilhados, para recordação, trazendo as questões da memória, das recordações, das heranças, dando continuidade ao projeto que já desenvolve em fotografia, com o registro de formas de empilhamentos. Trabalha com a técnica de fotografia artesanal, onde reproduz as imagens em papel específico de gravura, fazendo uma releitura dos processos antigos de fotografia - nesse caso Marrom Van Dyck -, e mesclando com processos contemporâneos de fotografia. Esse projeto será composto por objetos e imagens.

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CONTATO: Atelier Plano B

Telefones: (51) 8448.4895 / 3062.6817

Av. Farrapos, 146 / 133, Centro – Porto Alegre – CEP 90.220-000 -

1 Resposta para “Inicial”


  1. 1 lia
    25 25UTC Outubro 25UTC 2009 às 12:49

    adorei esta exposição, olhei virtualmente e irei conferir pessoalmente pois achei tudo de bom!
    obrigado pela diga bienal b
    lia


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